quarta-feira, 3 de junho de 2015

Dia de amar não é todo dia? | #maisamorporfavor

   Junho chegou e com ele vem, inevitavelmente, o dia dos namorados. Dia de trocar presentes, afetos, carinhos. Dia de sair, de rir, de relembrar os bons momentos. Dia de escrever cartas, dar as mãos, sonhar com o futuro, fazer planos. Dia de pensar sobre o que foi feito, o que mudou, de viver o sentimento. Dia de amar?
   Amor... Uma palavra tão pequena, uma abstração gigante. Que é um sentimento desses que fogem às palavras, ok, todos sabemos. Explicar é tão difícil... Talvez por isso, a banalização seja tão grande. Somos seres de instantes, uma geração de curtos momentos. O que era a poucos segundos, agora já pode ser atualizado, renovado, melhorado. Infelizmente, as relações acabaram sofrendo upgrades também. Como acontece com alguns softwares, essa atualização acabou bagunçado tudo
   Não é segredo pra ninguém que o dia dos namorados é uma jogada de marketing, criada para movimentar o comércio e aumentar o número de vendas, incentivar que mostremos o nosso amor através de presentes, bens materiais, sempre frisando que tais atos são os reais demonstrativos do que se passa no coração e na cabeça. 
   Pois bem, não é o que eu acho.
   Presentear, sair para jantar, andar de mãos dadas, escrever cartas... Por que não todos os dias? Por que não sem data definida? Por que não ontem, mês que vem ou no próximo domingo? Por que dia doze? Por que nos tornamos reféns da data? Somos criadores de imagem, sempre mais preocupados em passá-la e mantê-la do que em realmente viver em nome do que representamos. De uns tempos pra cá, declarações nas redes sociais são cada vez mais comuns. Textos gigantes em dias específicos, como que apenas para mostrar ao mundo a felicidade que nos rodeia, que nos cerca, que nos consome, quando muitas vezes é tudo apenas isso: imagem. Por quê? 
   Sinto, honestamente, que o dia dos namorados e a celebração do amor já foram muito mais sinceras - quando corações batiam em falso e as mãos suavam, sem que fossem necessárias demonstrações grandiosas, exuberantes. O amor já foi tão mais simples, tão mais humilde... E, arrisco dizer, mais bonito. Mais bonito porque a única intenção, a única preocupação era amar. Amar por vontade de sentir; amar para contagiar; amar por querer perto; amar por não caber em si mesmo.
   E a grande verdade é que amor é só isso (ou tudo isso?): algo tão intimidador, grandioso e inexplicável que não cabe no peito. Um baita clichê, do qual é impossível fugir. Amor é entrega, é aceitação, é aprendizado; é saber que não existe perfeição e abraçar a ideia com graça e sutileza, não por obrigação, mas por vontade. Amor, ao contrário do que presumem as grandes massas, não quer dizer sorrisos de orelha a orelha todas as horas de todos os dias, mas sim querer que todos os dias sejam assim só por estar com quem se ama.
   Amor não é da boca para fora. Não dá pra sentir e fingir que não, assim como não dá pra não sentir e dizer que sim. Amor transcende. Por isso, nesse dia dos namorados, antes de presentes e grandes demonstrações, procure lembrar de todas as razões que fazem de ti um(a) apaixonado(a). O que exatamente foi que te cativou a querer estar junto? A querer compartilhar? O que te inspira a respeito de quem está contigo? Por que é que, entre tantas pessoas nesse mundo, foi essa a que tu escolheu para dividir a vida e o cotidiano? A gente faz do amor um bicho de sete cabeças, quando na verdade ele está escondido nas pequenas coisas, nos pequenos detalhes, nas coisas que quase passam despercebidas. A gente não ama alguém pelos presentes que ela nos dá, ou pelos lugares aos quais ela nos leva. A gente ama alguém pelo modo como ela nos olha, pelo modo como nos faz sentir, pelo modo como ela nos faz querer ser melhores. 
   Que nesse dia dos namorados lembremos disso acima de tudo, porque antes de ser o dia da troca de presentes, dia doze é dia de amar com tudo que se pode. Felizes dos casais que conseguem viver esse sentimento com tamanha plenitude.











quarta-feira, 13 de maio de 2015

Primeiras impressões sobre ser universitária

   Oi, oi gente linda, tudo bem?
   Dia 13 de maio e cá estou eu, pós primeiros meses de faculdade, com mais coisas pra fazer do que presumia. É, se tem uma coisa que você definitivamente não vai encontrar por aqui é facilidade. É um clichê imenso dizer que vestibular é fácil perto de tudo que será aprendido e cobrado na faculdade, mas vou me permitir usá-lo porque é a melhor forma de descrever quão intensa é a rotina de um universitário. Você aí que estuda meses a fio, dedicado e confiante, sempre tentando absorver o máximo dos livros e professores para tirar a melhor nota possível no ENEM, bem, encare isso como fase preparatória para maratonas da universidade.
   Para mim o início foi maravilhoso. Como já contei aqui no blog em posts anteriores, meu primeiro ano de faculdade começou, na verdade, em 2014, quando resolvi usar a nota obtida para ingressar em um curso que parecia ter a ver comigo, mas que não era o que eu queria. Como também já contei por aqui, a decepção foi gigantesca: não me encontrei dentro do que estava estudando e não sentia a mínima vontade de assistir as aulas. "Tu só te sentiu assim, porque escolheu uma coisa que não era o que queria de verdade", sim, é verdade, mas na época não parecia óbvio que eu me sentiria dessa forma; inclusive eu tinha quase certeza de que quando começasse a cursar, amaria. Apesar de ter esse pensamento em mente, não, eu não amei. Acabei abandonando na metade do segundo semestre e por isso estava bem apreensiva quanto ao início este ano. Como já disse ali em cima, entretanto - e graças a Deus, foi incrível de todas as formas possíveis.
   O curso é relativamente novo na universidade onde estudo, o que quer dizer que assim como nós, coordenadores e professores ainda estão aprendendo a lidar com ele. Muitas são as pessoas a ver desvantagem nisso, mas eu acho que antes de tudo essa situação é uma oportunidade; oportunidade de construir bases cognitivas e estruturais sólidas de modo a fazer do curso bom desde o começo
   Quanto a cadeiras, tenho apenas seis neste primeiro semestre - o que pode parecer pouco se comparado ao ensino médio onde tínhamos, pelo menos, treze matérias, mas não se engane: um número de cadeiras muito além desse e certamente não há como respirar além do seu tempo de estudos. Tudo começou bem, mas descobri logo nas primeiras semanas que tive uma base um pouco defasada (principalmente em Matemática, o que quer dizer, basicamente, que estou sofrendo com Cálculo) e também que, apesar de ter poucas provas no semestre, somando-as todas eu tenho bem é uma bola de neve. Acredite quando digo que não é exagero. Como meu curso é parte da área da saúde, tenho duas cadeiras dentro desse universo, como forma de introdução: Anatomia e Biofísica; de exatas tenho apenas Cálculo, como já mencionei, mas que já é quase uma overdose de números (quantas listas de exercício, senhor!); as outras três são introdutórias e interdisciplinares: Redação Acadêmica, Introdução À Física Médica e Leitura e Interpretação em Língua Inglesa I. 
   Quanto aos meus colegas, bem, eu não poderia estar mais contente (de verdade). Somos uma turma de trinta, por enquanto (e quando digo por enquanto não é na tentativa de ser pessimista, só retrato que a evasão para cursos universitários é alta, e em exatas costuma piorar) e são todos incríveis. Muitos adjetivos positivos para um único post, não? É só a inevitável verdade. Quanto a coordenação, bem, há claras intenções de fazer com que os alunos se sintam confortáveis e sempre portas abertas para escutar possíveis problemas e sugestões. 
   Para evitar que esse post fique enorme - ou bem maior do que já está - vou parando minhas descrições por aqui. Há tanto a falar e tantos mais adjetivos a agregar que, bem provavelmente, pareceria uma boba no fim das contas (mas amor é assim mesmo). Tanto o curso quanto a universidade apareceram para mim em um momento em que eu estava desconfiada de muita coisa - incluindo minha capacidade - e foram acolhedores e surpreendentes de todas as formas imagináveis. É como diz minha mãe: Deus escreve certo por linhas tortas. No momento em que minha vida estava um caos absurdo e eu já nem sabia mais qual direção tomar, a solução apareceu na alternativa mais inesperada de todas e eu agradeço demais por ter aceitado a oportunidade. Falo seríssimo quando digo que, após anos de incerteza, finalmente me encontrei na vida. Eu realmente não poderia estar mais feliz quanto à escolha que fiz e espero, do fundo do meu coração, que esse momento chegue pra ti também, que agora lê esse post. Espero de verdade que as portas se abram e as ideias clareiem, trazendo pra ti a mesma felicidade exorbitante e certeza que sinto agora. Que seja pra ti tão intenso e maravilhoso quanto tem sido pra mim, porque essa é a parte mais importante: fazer o que quer que você faça com amor.

Beijos,









segunda-feira, 11 de maio de 2015

Dia das mães e as razões pelas quais eu não poderia deixar de ser (realmente) filha da mãe que tenho

   O dia das mães acaba de acabar. 
   Duas horinhas atrás era o dia dela: da pessoa que te assiste desde os primeiros passos, primeiras palavras primeiros gestos e tentativas de comunicação e entendimento desse mundo doido. Duas horinhas atrás era dia de celebrar a importância e essencialidade dessa mulher na vida de cada um de nós. Duas horinhas atrás era o dia de entregar presentes, mimar e agradecer. Duas horinhas atrás era dia da pessoa mais importante na vida de qualquer ser humano.
   Não sei como é ser mãe (ainda sou nova demais para tal feito), mas imagino que não deva ser fácil. Educar, entender e aturar - sim, aturar, porque só nós sabemos quanto conseguimos ser pouco tolerantes (por vezes insuportáveis) com elas - uma pessoa completamente dependente de ti e dos teus ensinamentos... Uma responsabilidade e tanto! 
   Minha mãe, por sua vez, sabe bem como é ser filha. Já foi um dia uma com a minha idade, hoje é outra - mais madura e consciente. Apesar das diferenças entre meu tempo como filha e o dela, ainda assim há muito em comum entre nós - mais até do que (principalmente quando brigamos) queremos admitir. Como confirmam os ditados populares por aí: filho de peixe, peixinho é; e, bem, eu não poderia deixar de ser filha da minha mãe.
   Somos ambas de um nível de teimosia que, como se pode imaginar, acaba sempre em concordância, admiração ou guerra. Somos ambas tão sonhadoras que, como é de se esperar, há sempre algo mais a conquistar. Somos ambas de gostos tão parecidos e peculiares que, como se deve acreditar, muitas vezes não sabemos se desgostamos tanto porque realmente não agrada, ou porque agrada demais. Somos ambas um misto bem doido de coisas uma da outra. Isso, claro, sem mencionar as semelhanças físicas... Essa lista conta com sardas, cabelos rebeldes, boca grande, olhos pequenos, bochechas salientes, nariz arrebitado e por aí vai (se realmente enumerar todas elas, falta espaço e característica).
   Como mãe, há muito nela que não vejo em mim - e acredite você - gostaria de ser. Determinação, sinceridade e perspectiva são algumas delas. Quem dera um dia eu ser tal qual ela. Em dado momento da vida, passados os anos de dependência da infância e os de rebeldia da adolescência chega, sorrateiramente, a época em que não há como se olhar no espelho sem ver traços dela, não há como não encontrar semelhanças cotidianas nos gostos, atitudes e trejeitos, não há como não desejar um abraço e um beijo de boa noite. A gente cresce e, embora busque por independência e caminhos próprios, acaba se tornando mais necessitado ainda dos afagos e afetos da mãe que nos criou, ama e com quem tanto divergimos.
   Ah, as divergências! Obviamente que nem tudo são flores. Convivência é sempre complicada, não importa quem seja a pessoa com quem se convive: por que com as mães seria diferente? Todos os dias, de todas as semanas, de todos os meses, de todos os anos... É muito tempo convivendo! Brigamos (e como brigamos!): eu e minha mãe vivemos mais em pé de guerra que em tempos de paz e por mais louco que isso seja - e por pior que pareça - funcionamos assim. Somos seres de opiniões tão fortes e tão convictas do que pensamos que, inevitavelmente, há discussão e desencontro de ideias. Diversas são as situações que levam a isso - personalidades fortes, opiniões contrastantes, mau entendidos, uma visão diferente de mundo -, mas não me importo. Gosto de discutir com quem sabe argumentar e minha mãe é dessas. A verdade é que com uma tarefa tão árdua quanto tornar alguém um ser humano decente, em meio a essa realidade caótica, eu não acho errado que ela brigue comigo e tente mostrar outras formas de fazer das coisas, certas. Admiro o fato, de mesmo com tantas desavenças, nunca desistir de mim.
   Minha mãe foi - e é - desde que me conheço por gente pai e mãe. Sempre colocando os filhos e suas necessidades acima das suas próprias, sempre fazendo o máximo possível - por vezes mais que isso - para que não falte nada, não existam problemas ou situações desconfortáveis. Minha mãe é uma daquelas que quer saber onde vai, com quem e quando volta: tim tim por tim tim. Minha mãe é daquelas que não suporta que os filhos sejam levianos ou mal educados. Minha mãe é daquelas que - mesmo com seu mundo despedaçando - ainda consegue oferecer um conselho sábio e objetivo e um colo nas situações de maior fragilidade. 
   Só tenho a dizer, após toda essa introdução, que sou grata por ter a mãe que tenho - e sim, muito apaixonada por ela (paixão dessas de amores arrebatadores). Há religiões que acreditam que antes de nascer somos nós os responsáveis por escolher as mães que nos carregarão e educarão nessa terra; uma escolha arbitrária e pessoal. Devo dizer que nunca na vida achei que tivesse tão bom gosto. É como mencionei ali em cima: se um dia eu for metade da mãe e mulher que a minha é, bem, serei realizada como pessoa.

Beijos,









domingo, 15 de fevereiro de 2015

A libertadora sensação de passar no vestibular

   Minha vez chegou, queridos leitores. MINHA VEZ CHEGOU, BIXO FÍSICA MÉDICA 2015! ♥ (devo admitir que não me canso de escrever/dizer/ler essas três palavrinhas: muito amor, gente, muito amor)
   Bem, chegou a minha vez - como vocês puderem ler em letras garrafais ali em cima, rs - finalmente, diga-se de passagem.
   No final do ano passado eu estava bem chateada e temerosa diante da possibilidade de ter de enfrentar mais um longo ano de estudos até o vestibular seguinte, acreditando que não seria dessa vez a chegada da minha aprovação. E acreditei tanto nisso, que procurei cursinhos e modos de me preparar melhor dessa vez. Vou ser sincera com você - e comigo: sempre tive na cabeça que fazer um ano de cursinho seria como rodar um ano no colégio (um tanto quanto frustrante) e ter de considerar como possibilidade passar um ano fazendo isso era tortura pra mim. Não, não julgo quem escolhe ter um preparo mais aprimorado e opta pelos cursinhos pré-vestibular, só não era uma coisa que eu queria pra mim, sabe? Parecia tempo perdido, atraso no meu calendário anual...
   Para você que chegou a esse post por acaso e ainda não conhece meus monólogos sobre futuro e afins, concluí o ensino médio em 2013 e estou sendo sincera quando digo que não entrar na faculdade para o curso que queria logo de cara foi bem decepcionante. Decepcionante, mas justo, devo dizer. Eu não estava preparada para o vestibular como deveria. O fato de não ter conseguido de imediato, fechou inúmeras portas pra mim - portas essas que, analisando agora, fui eu mesma a responsável por trancar. Acabei entrando em um curso que não era a minha primeira opção apenas para não ficar parada e perder a oportunidade de começar alguma coisa e dar um rumo a um ano que, na minha cabeça, já começara perdido - eu sei, eu sei, tenho que ser mais otimista.
   Como também já contei por aqui, tal decisão acarretou na minha desistência do curso e saída da faculdade. Comecei a trabalhar e paguei um intensivo pré-ENEM para ver se me saia melhor. Tinha aulas todos os sábados por três meses, o que foi maravilhoso (aí você vai se perguntar: mas não era tu mesma quem estava dizendo que cursinho te soa como perda de tempo? Sim, e realmente soa, mas um curso de dez encontros, aos sábados é mais como um reforço do que como curso presencial cotidiano e obrigatório). Devo admitir que encarei as provas com muito mais confiança esse ano.
   Não rolou logo de cara, devo dizer e nem para o que eu queria inicialmente. Sou meio teimosa (leia-se muuuito) e acreditava que apenas um caminho poderia me levar a ter um futuro e renome na carreira: federal do estado. O aumento da concorrência e conhecimento de outros cursos me levaram a ver que há muito mais por aí que eu posso explorar. Acabei me encantando por um curso da área que quero que faz um mix de todas as matérias que amava no colegial e, pasmem, ele não é oferecido pela federal do meu estado. No fim das contas, tive que escolher e, honestamente, não me arrependo nem por um segundo.
   Hoje, quatro dias depois de descobrir que sou a nova caloura da federal da minha cidade, não poderia estar mais feliz: me sinto realizada como pessoa e boa sonhadora e, sem dúvidas, mais leve. Tudo deu certo como tinha que dar.
   Com esse texto, tudo que quero é passar a você, que lê, a seguinte mensagem: não enlouqueça. Ano passado, dia quinze de fevereiro eu estava doida com a possibilidade de não ter possibilidades; desapontada comigo mesma e estressada com tudo. Hoje, depois de passar por tudo isso de novo, percebo que algumas coisas na vida são inevitáveis - e que, bem como diz o dito popular, quando não é pra ser, não vai ser e ponto. Antes de perder a cabeça e ter reações exageradas, que mais vão te prejudicar que qualquer outra coisa, respire fundo e dê uma chance a todas as opções, sem excluir nenhuma; se dê ao luxo de escolher o que te soa melhor, mais correto e real, porque no final das contas é apenas você contra você mesmo. Reflita bastante e estabeleça prioridades. Só assim será possível decidir entre o que é certo fazer, o que é fácil fazer e o que você não deve fazer.










sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

O que fazer no verão? | #summertimehappiness

Oi, oi gente linda, tudo bom?
O verão chegou tão rápido quanto está indo embora e é por isso que preparei a lista de hoje, com quinze dicas do que fazer antes que essa estação se encerre de vez. Escolhi itens que tem a cara do sol, das brisas de fim de tarde e dessa alegria contagiante. Se te faltou cumprir com uma delas, bora lá que ainda dá tempo, rs. Espero que gostem da lista, aproveitem as dicas e se divirtam muito!

01. Assista o nascer e por do sol de um mesmo dia.
Quer coisa mais incrível que não ter hora pra nada? Eis aí a graça dessa estação ensolarada: férias para curtir até tarde, sem maiores preocupações. Eu, particularmente, sou apaixonada pelo por do sol, mas o nascer é tão lindo quanto.

02. Viaje de carro.
Pode parecer cansativo encarar uma estrada por horas, mas é maravilhosa a sensação que se tem quando sabemos que estamos indo rumo a um lugar diferente. Vale cada segundo de viagem! A regra aqui é encontrar distrações para que o tempo não se torne um inimigo. Vale ler, escutar música, assistir um filme, cantar, conversar, enfim, mantenha o ânimo que o resto flui.

03. Pesque.
Parece uma ideia sem sentido, mas não é, acreditem. Fui pra praia no Ano Novo e foi lá que descobri que pescar é divertido ainda mais se for com os seus amigos e nenhum de vocês souber por onde começar, haha). É uma atividade diferente daquelas com a quais estamos acostumados, mas que diverte tanto quanto. Experimenta, vai!

04. Durma na rede.
Nem preciso explicar a razão de ter encaixado esse item na lista, né? Dormir é maravilhoso, na rede então, num final de tarde... Nossa!

05. Passe a tarde em um parque.
Essa é uma boa pra que você saia de casa, apesar do calor e conheça lugares novos na cidade onde mora. Tem vários parques aqui da minha que não conheço e o verão é ideal pra isso, porque podemos ficar ao ar livre.

06. Vá a uma sorveteria.
Sorveteria sempre lembra praia pra mim. E não sabia que aqui na minha cidade ia encontrar uma tão parecida com aquelas lindas e completas (que dão água na boca) do litoral. Encontrei e estou apaixonada!

07. Faça uma guerra com balões.
Sim! Amigos, balões e água: quer melhor? Pra se refrescar é maravilhoso e é incrível o tanto de risadas que se dá.

08. Vá a um parque aquático.
E se já foi, procure ir a outros para conhecer mais.

09. Explore sua cidade.
Esse é o item que resume os anteriores e simplifica bem a vibe de verão em que estou - e na qual você deveria tentar entrar: conhecer lugares diferentes. O verão é a época do ano para estar ao ar livre, galera. Sei que ar condicionado é bacana, mas curtir um solzinho de vez em quando não mata ninguém. Escolha um ponto da sua cidade que gostaria de visitar, procure um look confortável, coloque óculos, passe protetor solar e vá.

10. Improvise um lual.
Essa é bacana pra quem esta na praia, mas é facilmente adaptada pra quem ficou na cidade mesmo: junte os amigos, um violão, bebidinhas, algo gostoso pra comer e se divirtam!

11. Fotografe!
Esse sol lindo lá fora, mil opções de roupas pra combinar, cenários alegres e bem iluminados... Isso tudo junto só me lembra fotografia! Aproveite pra tirar fotos bem tumblr, sabe? Com poses, amigos, risadas e aquele gostinho de tranquilidade.

12. Tome banho de chuva.
Basicamente, é mágico tomar banho de chuva.

13. Invente na cozinha.
Procure uma receita diferente e tente fazê-la. O importante aqui não é ter ou não dotes culinários, mas arriscar.

14. Pratique um esporte.
Vale qualquer coisa: desde caminhar com o seu cachorro até jogar volêi na areia. Movimente-se!

15. Faça milk shakes. 
Porque sim! Sorvete, leite, gelo, algumas frutinhas e, voilá, o paraíso em forma de bebida.

Beijos,
 














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